passagem .

26/04/2012

vento que passa, chuva que cai, ruído distante entre as paredes entre um vem e vai do rebuliço dos carros no asfalto molhado, o trânsito das mil coisas que devem passar, das horas que desvelam a umidade e a penumbra, na correnteza de tudo que se esvai, menos seu perfume que impregnou na memória e nunca fez as malas.

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