angu .

19/06/2012

tentei ver, vi que não há poeta da cidade grande, coração de lápide, uma mente que só pensa poluição. Saboreei – a comida papel destemperada de carinho. Achei que ouvi – uma sinfonia dos geradores na tarde sem luz no fim da rua. Cheirei o odor – uma angústia dos ralos na calçada. Tateei as paredes, as rotas de fuga obstruídas, barreiras de esquina em esquina. Enfim, quis parar para pensar, parei de pensar.

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